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ENDOMETRIOSE

Endometriose é definida como a presença do endométrio em localizações fora da cavidade uterina. Os locais mais freqüentes de aparecimento da endometriose são os ovários, trompas, peritôneo, intestino ou bexiga.

A endometriose tem incidência de 1% de todas as mulheres em idade reprodutiva e é o principal fator causador de infertilidade em 15% das mulheres e pode ser encontrada em até 20% das pacientes operadas por dor pélvica.

O pico de incidência é dos 30 a 45 anos de idade e é encontrada principalmente nos ovários, seguidos de peritôneo, bexiga e trompas.

 

A doença parece ter uma tendência familiar e racial, o que sugere uma relação com herança hereditária.

Os sintomas mais comuns são a dor pélvica crônica, a dismenorréia, a infertilidade e a dispareunia. O diagnóstico definitivo é por análise laboratorial da lesão retirada por cirurgia , mas o ultrassom e exames laboratoriais de sangue podem sugerir o diagnóstico.

O ultrassom tem poder de diagnóstico limitado, já que lesões pequenas podem não ser vistas durante o exame. As lesões mais comuns vistas ao ultrassom são os cistos ovarianos hemorrágicos. Em alguns laboratórios especializados, o ultrassom pode ser realizado com o preparo intestinal para a tentativa do diagnóstico de lesões neste local.

A ressonância magnética da pelve também pode ser utilizada como uma ferramenta a mais no diagnóstico da endomentriose. Devemos somente ressaltar que a ausência de lesões visíveis na ultrassonografia e na ressonância não excluem a endometriose, já que o seu diagnóstico de certeza é pela laparoscopia e biópsia da lesão.

A dosagem do CA 125 sérico (exame de sangue) pode auxiliar no diagnóstico pré cirúrgico, porém se estiver normal, a hipótese de endometriose ainda deve ser considerada.

O tratamento pode ser clínico com medicações ou cirúrgico, dando-se preferência pela laparoscopia por ser menos invasiva e ter uma recuperação pós operatória melhor do que a cirurgia convencional.

Na laparoscopia, dependendo do achado cirúrgico, optamos pela ooforoplastia (manutenção do ovário e retirada do cisto), biópsia e cauterização das lesões endometrióticas em pelve, e lise de aderências.

Após a laparoscopia podemos utilizar as pílulas anticoncepcionais ou os análogos de GnRh (Zoladex) para a remissão completa da doença e para diminuir a sua recidiva.